Observava tudo através dos olhos de uma criança, andando de mãos dadas com o desconhecido, sem deixar rastros nem pegadas por onde passava.
- Para onde vamos? - Perguntou a criança ao misterioso homem que segurava sua mão.
- Estamos indo em direção ao esquecimento. - Disse o homem misterioso, de vestes negras como a noite.
- Vou gostar de lá? - Diz a criança com seus grandes olhos azuis o olhando nos olhos, com um sorriso singelo no rosto.
- Irá sim, é um ótimo lugar para descansar. - Responde o misterioso homem de olhos verdes, com um breve sorriso.
Andavam juntos, e quanto mais o tempo passava e a caminhada perdurava, mais a criança segurava firme na mão daquele homem.
- Está ficando escuro. - Diz a criança, apertando firme a mão do homem, aparentando medo nos olhos.
- Está ficando escuro pois você está cansado, logo você estará dormindo. - Responde o homem, que observa a criança cair rapidamente em sono profundo. Rapidamente a pega e a carrega nos braços, até que avista uma árvore com raízes grandes e robustas, e coloca o menino dormindo em uma destas raízes.
- O mundo não é lugar para uma criança como você, é um lugar frio e terrível, onde você não sobreviveria. - Diz o homem ajeitando a criança sobre a grande raiz exposta sobre a terra. - Aqui estará seguro quando o selo for removido, esta é a árvore onde os sonhos nascem, é dela que vem a esperança e a fé.
O homem vira-se e caminha lentamente, deixando a criança e a árvore para trás.
- Uma guerra irá começar, não posso correr o risco que você se machuque. - Diz o homem avistando a árvore com o canto dos olhos, a qual afasta-se lentamente do seu ângulo de visão a medida que caminha.
Na raiz elevada pouco acima da terra, o menino dorme um sono profundo, alimentado pelos sonhos e pela esperança daquela grande árvore. Seus medos apesarem de ainda estarem presentes, não mais o afetam nem o alcançam.
- Para onde vamos? - Perguntou a criança ao misterioso homem que segurava sua mão.
- Estamos indo em direção ao esquecimento. - Disse o homem misterioso, de vestes negras como a noite.
- Vou gostar de lá? - Diz a criança com seus grandes olhos azuis o olhando nos olhos, com um sorriso singelo no rosto.
- Irá sim, é um ótimo lugar para descansar. - Responde o misterioso homem de olhos verdes, com um breve sorriso.
Andavam juntos, e quanto mais o tempo passava e a caminhada perdurava, mais a criança segurava firme na mão daquele homem.
- Está ficando escuro. - Diz a criança, apertando firme a mão do homem, aparentando medo nos olhos.
- Está ficando escuro pois você está cansado, logo você estará dormindo. - Responde o homem, que observa a criança cair rapidamente em sono profundo. Rapidamente a pega e a carrega nos braços, até que avista uma árvore com raízes grandes e robustas, e coloca o menino dormindo em uma destas raízes.
- O mundo não é lugar para uma criança como você, é um lugar frio e terrível, onde você não sobreviveria. - Diz o homem ajeitando a criança sobre a grande raiz exposta sobre a terra. - Aqui estará seguro quando o selo for removido, esta é a árvore onde os sonhos nascem, é dela que vem a esperança e a fé.
O homem vira-se e caminha lentamente, deixando a criança e a árvore para trás.
- Uma guerra irá começar, não posso correr o risco que você se machuque. - Diz o homem avistando a árvore com o canto dos olhos, a qual afasta-se lentamente do seu ângulo de visão a medida que caminha.
Na raiz elevada pouco acima da terra, o menino dorme um sono profundo, alimentado pelos sonhos e pela esperança daquela grande árvore. Seus medos apesarem de ainda estarem presentes, não mais o afetam nem o alcançam.